ESCOLA ESTADUAL Omar Donato Bassani
Professor Rafael - Sociologia
Atividades da semana de: 15/06/2020 – 19/06/2020
Orientações:
Entregar as atividades via whats
Escreva qual a diferença entre o estrangeiro e o turista, na sua opinião.
Ano/série 2º A, B e 2TºA
Objetos de estudo
Caderno do aluno, aulas CMSP, televisão canal 2.3.
Texto: O estrangeiro do ponto de vista sociológico.
Competências/habilidades De onde vem a diversidade social brasileira? - A
população brasileira - Diversidade nacional e
regional
Refletir sobre a questão da diversidade nacional de
forma crítica
Tempo de estudo 2 aulas
O estrangeiro do ponto de vista sociológico.
O estrangeiro é um elemento do grupo, mesmo que não se veja como um, ou que
não seja visto como parte deles pelos demais membros do grupo.
Ou seja, é um elemento do conjunto, assim como são os indigentes ou os mendigos
e toda espécie de “inimigos internos”. Com isso, Simmel quis dizer que mesmo aqueles que
não são queridos por um grupo ou são tratados como iguais, também fazem parte dele. Ou
seja, o estrangeiro tem ao mesmo tempo uma relação de proximidade e envolvimento com
o grupo, de um lado. E de outro, uma relação de distância e indiferença. Ele vive
cotidianamente com aquelas pessoas; logo, está relativamente próximo e envolvido com
elas. Contudo, como com freqüência é tratado como um “de fora”, e se sente à parte do
grupo, pode muitas vezes desenvolver um sentimento de distância e indiferença. O
estrangeiro é, portanto, o estranho portador de sinais de diferença, como a língua, os
costumes, a alimentação, modos e maneiras de se vestir.
Ele não partilha tantos hábitos, costumes e idéias com o grupo e, sendo assim,
também não partilha certos preconceitos do grupo e não se sente forçado a agir como um
dos membros. Os laços que o unem são muitas vezes mais frouxos do aqueles que unem os
outros membros que ali estão desde o seu nascimento.
O estrangeiro do ponto de vista sociológico.
O estrangeiro é um elemento do grupo, mesmo que não se veja como um, ou que
não seja visto como parte deles pelos demais membros do grupo.
Ou seja, é um elemento do conjunto, assim como são os indigentes ou os mendigos
e toda espécie de “inimigos internos”. Com isso, Simmel quis dizer que mesmo aqueles que
não são queridos por um grupo ou são tratados como iguais, também fazem parte dele. Ou
seja, o estrangeiro tem ao mesmo tempo uma relação de proximidade e envolvimento com
o grupo, de um lado. E de outro, uma relação de distância e indiferença. Ele vive
cotidianamente com aquelas pessoas; logo, está relativamente próximo e envolvido com
elas. Contudo, como com freqüência é tratado como um “de fora”, e se sente à parte do
grupo, pode muitas vezes desenvolver um sentimento de distância e indiferença. O
estrangeiro é, portanto, o estranho portador de sinais de diferença, como a língua, os
costumes, a alimentação, modos e maneiras de se vestir.
Ele não partilha tantos hábitos, costumes e idéias com o grupo e, sendo assim,
também não partilha certos preconceitos do grupo e não se sente forçado a agir como um
dos membros. Os laços que o unem são muitas vezes mais frouxos do aqueles que unem os
outros membros que ali estão desde o seu nascimento.
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