Diretoria de Ensino Região de São Bernardo do Campo
EE OMAR DONATO BASSANI
Responda as questões a seguir:
1- Reportagens, notícias, fotos e imagens são comuns a um jornal. Pensando nisso, observe a imagem:
a) O que você vê nessa imagem?
b) Que impressões/sensações ela provoca em você?
c) Essa imagem poderia ilustrar um fato de relevância social, amplamente divulgado
pela mídia? Qual?
d) Que texto(s) do gênero da esfera jornalística poderia(m) ser ilustrado(s) com essa foto?
e) Retome o conceito de “reportagem” e, com base na imagem que você acabou de
analisar, crie:
Um título:
e
Um lide:
(obs: pesquise o que é lide jornalistico e responda a questão a cima.)
f) O título e o lide que você criou anunciam o fato a ser tratado?
g) Além da reportagem, a charge é um gênero textual que também circula na esfera jornalística.
Abaixo, você lerá uma charge, a fim de associá-la à imagem utilizada na produção da reportagem e aos acontecimentos sociais que, muitas vezes, modificam a vida cotidiana. Observe:
Que leitura você faz da charge, considerando a linguagem não verbal?
Que relação é possível estabelecer entre as linguagens verbal e não verbal?
A que fato ocorrido, em nosso país, a charge faz referência? Retome a imagem apresentada na atividade da reportagem e relacione-a com a charge.
2 – UM POUCO DE POEMA DO SÉCULO XIX.
Na atividade anterior, você trabalhou com situações recentes, ocorridas no século XXI e
que ainda estão vivas na lembrança dos brasileiros. Essas são condições cotidianas, que
podem ou não mexer com a consciência dos responsáveis pelos problemas causados.
Tendo como base o mote “consciência”, leia o poema a seguir e faça a associação de seu
conteúdo com os dias atuais. Pense no desastre ocorrido em Brumadinho, nas enchentes urbanas que assolaram o país, entre outros acontecimentos que envolvem o ser humano e sua atuação no lugar onde vive.
O morcego
Meia-noite. Ao meu quarto me recolho.
Meu Deus! E este morcego! E, agora, vede:
Na bruta ardência orgânica da sede,
Morde-me a goela ígneo e escaldante molho.
“Vou mandar levantar outra parede...”
— Digo. Ergo-me a tremer. Fecho o ferrolho
E olho o teto. E vejo-o ainda, igual a um olho,
Circularmente sobre a minha rede!
Pego de um pau. Esforços faço. Chego
A tocá-lo. Minh’alma se concentra.
Que ventre produziu tão feio parto?!
A Consciência Humana é este morcego!
Por mais que a gente faça, à noite, ele entra
Imperceptivelmente em nosso quarto!
ANJOS, Augusto dos. O morcego.
a) O poema mostra uma visão pessimista da vida e do ser humano? Comente.
b) Quanto aos desastres naturais e os provocados contra o meio ambiente, você considera
que a “Consciência Humana”, atualmente, vem em segundo plano? É a mesma daquela
trabalhada por Augusto dos Anjos, em seu poema do século XIX? Comente.
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